Quem? Danielle
Quanto? 23 anos
Onde? Rio de Janeiro
Signo: Câncer
Quando? 25/06
Adora? Praia
Odeia? Filas
Comida? Italiana
Bebida? Vinho

Meu humor atual - i*Eu

ICQ:176451674 Pode mandar! daniellevirtual@hotmail.com


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Sábado, Julho 10, 2004

...

Hoje eu não sou ninguém!



Por Danielle - 18:08 Opine:


Quinta-feira, Julho 08, 2004

A Melissinha do Herchcovitch


Eu fui à Fashion Week. Eu e metade da cidade de São Paulo e todas as pessoas fashion do Brasil. Mas tenho certeza de que ninguém teve tanto pânico quanto eu. No primeiro dia - porque eu fui DOIS DIAS, mas só porque tinha o que fazer e era sério e também porque tinha cerveja de graça, apesar de ser fraca e "láite" - fiquei lá num cantinho dentro do aquário só olhando, olhando, olhando e me apavorando um pouco com a nuvem negra de futilidade que pairava lá em cima. Mas eu não estou aqui pra ficar falando mal do mundo da moda, até porque o problema não é exatamente o mundo da moda, mas as pessoas que ficam mendigando em volta e querendo pertencer a ele. Mas disso eu falo depois.

O que importa agora é a Melissinha do Herchcovitch.

Resolvi usá-la no segundo dia porque era linda e porque eu pretendia sair depois, então já fui pronta e montada, apesar de não ser fashion, graças a Deus. Já disse, esse negócio de mudar de estilo a cada estação deveria ter outro nome, porque isso definitivamente não é estilo. Então eu estava lá com a minha Linda Melissinha da Coleção Passada. Chiquérrima. Elegante. E desconfortável pra caralho. A coisa mais desconfortável que já calcei em minha vida.

Eu nunca tinha ido a um desfile, mas me convidaram de dois lados e a curiosidade venceu. E de quem era o desfile? Do Herchcovitch, meu algoz do dia. Meu amigo era importante, fez um documentário sobre o Herchcovitch, tão íntimo que se referia a ele como"o Alê". Eu conhecia uma menina que trabalhava lá no desfile com um radinho na orelha morrendo de stress, toda atarefada, e também se referia a ele como "o Alê". Eu também vou me referir a ele como "o Alê" a partir de agora, porque Herchcovitch é complicado demais.

Meio perdidos, eu já meio mancando, as bolhas se formando, eu e meu amigo fomos subindo aquelas escadas todas e perguntando às pessoas que já moravam lá e estavam super em casa onde era o desfile. Os Moradores da Fashion Week foram apontando, apontando, até apontar para uma grande concentração de selvagens se empurrando e esquecendo que eram fashion. Parecia o metrô às seis da tarde. Selvageria, carnificina. Pânico. Empurra-empurra. Seguranças tentando conter a multidão. Um travesti de voz fina me pede um convite, mas eu só tenho uma credencial verde. As portas se abrem e uma fila hostil se forma. Nessas horas, terceiro mundo é terceiro mundo.

Pelo amor de Deus, é só um desfile de roupas.

Eu e o meu amigo e a Melissinha do Mal nos dirigimos para o camarim, onde minha amiga de radinho está estafada nos esperando na porta. Entramos calmamente por ali e ela chamou alguém pelo radinho pedindo para nos acompanhar até nossos lugares. Me senti importante, nunca ninguém tinha falado meu nome em um radinho antes. Eu sinceramente não estava me importando muito onde sentaria, se é que eu ia sentar, já que a multidão provavelmente tinha se atirado desesperadamente sobre as cadeiras vagas e colado a bunda nelas, quando a moça de moletom rosa nos leva para a primeira fila. De frente para a Erika Palomino e todos os estilistas do Brasil. Eu ali, com meu cabelo anos 50 e os pés doendo na porra da Melissinha Fantástica e o meu amigo com uma camisa listrada. Os fashion nos olhavam tentando descobrir quem éramos. Nós não somos ninguém, moça. Fotógrafos tirando fotos. Se estávamos na primeira fila, significava que éramos alguém. Sim, eu sou eu, obrigada. Ninguém importante para o mundo da moda. Na primeira fila. Alguns matariam pelos nossos lugares. Não é engraçado? Eu acho engraçado.

Com as luzes ainda acesas, passa por nós um menino magro, branquinho, com olhos azuis fitando o nada, como se estivesse hipnotizado. Era o desfile. Gritaria, bafafá. Todos em seus lugares e as luzes apagaram. Meninos andando pra lá e pra cá com olhares vagos. Umas roupas legais. Meus pés latejando com bolhas de sangue. Cochichos. Silêncio. Frisson. (Sempre quis usar a palavra Frisson, mas nunca tive uma oportunidade como esta. Gostaria de agradecer o Alê e sua equipe por tornarem meu sonho possível. Obrigada, Alê.)

Francamente, por isso as pessoas estavam se acotovelando? Mas isso dá pra ver na TV, gente. No telão lá fora. Sem querer desmerecer o Alê, porque eu acho que ele é um artista de verdade, mas então era isso? Nada de malabaristas, nem cuspidores de fogo, nem meninos nus besuntados em Nutella e caramelo soltando gritos primais? Ninguém tropeçando? Que sem graça. Mas desfile deve ser assim mesmo. Desfile é sério. Se eu queria diversão, deveria ter ido ao Circo Imperial da China.

Voltaram todos os meninos em fila indiana com o Alê no meio. Fiquei com vontade de jogar a Flamejante Melissinha nele. "ESSA DROGA MACHUCA O MEU PÉ, ALÊ. É DESCONFORTÁVEL, ALÊ. MAS É LINDA, ADOREI." Me contive. Não era o momento. Aplaudi o Alê pensando "você me paga" e manquei para fora.

E lá se foi o meu cabaço no mundo da moda. E nem sangrou. Quer dizer, tirando os meus pés. Alê, você me deve um par de pés novos.



Por Danielle - 10:36 Opine:


Domingo, Julho 04, 2004

Destino:Solidão

Outro dia percebi o tempo me atropelar. Não foi como das outras vezes. Eu estava acostumada, o tempo passava e eu já nem sentia mais. Meu coração virou pedra, meus sentidos não sentiam mais e a dor já era tão comum, cotidiana. Mas dessa vez ele me atropelou. E matou.

Matou aquela menina, de quem me despeço agora. Com lágrimas no olhos ela cavou sua própria cova, sabendo que ninguém mais chorará a sua morte. Ela morreu sozinha, e sempre foi assim. Ninguém nunca a conheceu. Só o tempo, sempre seu companheiro, a viu dar seu primeiro passo. E o último.

Sua última luta contra o tempo foi em vão. Assassino. Matou sem dó. Agora não existe mais menina. Existe algo sem nenhuma inocência, sem crença, sem alma, sem medo. Sem prisão. E o pior: sem amor. O tempo não permite amor. Se existe o tempo em primeiro lugar, o amor nunca poderá coexistir com ele. O tic-tac cruel dos minutos passando e sua vida sumindo por entre os dedos é o pior silêncio que se pode escutar. E o amor se foi. Porque o tempo estava ali, aqui, onde? Já se foi...

A menina se foi mas o tempo ainda persiste. É um novo tempo e uma nova existência, que aprendeu tudo o que sabe através da menina. Não acredito que um dia eu consiga amar e derrotar meu inimigo. Tudo é diferente, mas continua igual. O tempo é curto e o destino é certo.

V,O



Por Danielle - 09:50 Opine:


Quinta-feira, Julho 01, 2004

Perfeição

É engraçado como as pessoas tentam se esconder através de máscaras ou outros tipos de coisas só para não mostarem que realmente elas são.
Triste é a ilusão do homem achar que nunca ninguém vai perceber que ele usa um disfarce por medo ou por puro prazer.Têm mulheres que vivem dizendo que os homens não prestam que antes só do que mal acompanhada ou está coisas que nós vivemos dizendo por ai,mas o mais encraçado não o que falamos ou como falamos é que minutos seguintes estamos olhando pro cara que até minutos átras estavamos chingando.
Nós mulheres reclamamos das manias,dos defeitos,das puladas de cerca das olhadas quase que bizaras para a loira que estava sentada na sorveteria....
Temos a típica mania de achar que ele não gosta de nós,que fizemos alguma coisa errada(quando normalmente rolam aquelas brigas sem motivo aparente)ou que encontrou outra melhor e só esta esperando a hora certa para dizer CHEGA!!!! NA VERDADE PROCURAMOS OS DEFEITOS EM NÓS QUANDO OS CULPADOS SÃO ELES MESMOS,garanto que todas nós já choramos pedimos para voltar ou não saimos com nossas amigas por que aquele cara que ele não gosta ia junto ou por simples implicancia dele mesmo.
É tudo isso parece familiar demais para você???Não dúvide todas nós já tivemos nesta posição(por mais que digamos: Eu nunca!!!!).
Temos que parar de achar que o problema somos nós,que fizemos algo de errado ou sei lá...na verdade quando estas coisas acontecem não existe um único culpado existe que os dois erraram mais não souberam adimitir na hora certa;pode acreditar pior que falar é guardar para si pois uma hora ou outra entalamos e acabamos falando na hora errada....
Normalmente quando um relacionamento acaba(seja de quanto tempo for,pois o tempo é só um mero fator que contribui ou atrapalha)ficamos tristes,nos isolamos ou custamos a chegar numa decisão acertada sobre o que se fazer dali por diante,juramos que nunca mais vamos nos envolver e dizemos um montão de besteiras até que.....
Não,não pense vocês mulheres que acontecem ao contrário com os homens,claro eles são mais cautelosos porque sabem que se envolvem mais fácil e tem medo de deixar a tal máscara cair.
SIM os homens sofrem quando um relacionamento acaba,acabam sofrendo ainda mais (embora seja difícil de se acreditar)pois nós menimas falamos dizemos o que sentimos ou pelo menos tentamos;Esta acaba sendo uma forma de escape.Mas eles não se mantém sempre na mesma posição mas nem por isso o amor deles é menor que o que sentimos por eles a única diferença é que sabemos falar.
Qundo o assunto é coração nos damos bem melhor do que eles pois é do nosso universso ser ámavel,dócil...Assim como quando o assunto é futebol eles entendem melhor...
Os homens também amam e amam da mesma forma que qualquer uma de nós é capaz de amar.....
Não adianta ficarmos buscando simpátia para isso,respostas para aquilo ou receitas de namoros,casamentos ou noivados felizes pois o AMOR é que nem a planta da amizade cada dia temos que regar um pouco nem de mais nem de menos regar na medida certa para que possa crescer saúdavel,não existe relacionamento perfeitoo perfeito se enquadar em todos....
Perfeito é você amar quem está do seu lado e fazer o que estiver ao seu alcanse para que possam ser felizes juntos,Perfeito é você dizer que ama,Perfeito é achar maneiras diferentes de surprender que se ama,Perfeito é você ser quem você é sem mácaras ou disfarces..isso é ser perfeito.
Perfeicão é você amar e ser amado Perfeição é você aceitar(mesmo que não entenda)a distância dele quando você precisa de um abraço,Perfeição é você mesmo que separados fazer valer á pena...
Perfeição é você amar mesmo que não seja amado.....
...



Por Danielle - 10:27 Opine:


Terça-feira, Junho 29, 2004

Curiosidades dos anos 1600 a 1700.

É impressionante, nos dias de hoje, quando visitamos o Palácio de Versailles em Paris e observamos que o suntuoso palácio não tem banheiros. Na Idade Média, não existiam os dentifrícios, isto é, pastas de dentes, muito menos escovas de dentes ou perfumes, desodorantes muito menos e papel higiênico, nem pensar...

As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio... No palácio as cozinhas conseguiam fazer alimentação para festas de 1.500 pessoas, sem a mínima higiene que hoje consideramos imprencidíveis.

As pessoas sendo abanadas que vemos em filmes tem como explicação o mal cheiro que exalavam por debaixo das saias( que eram propositalmente feitas para conter o o odor das partes íntimas que não tinham como ser higienizadas devidamente e associadas ao costume de não tomar banho devido ao frio o cheiro era camuflado pelo abanador.

Os nobres, eram os únicos que podiam ter súditos que os abanavam, para espalhar o mau cheiro que o corpo e suas bocas exalavam com o mau hálito, além de ser uma forma de espantar os insetos.

Quem já esteve em Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que na época não eram só contemplados, mas "usados" com vaso sanitários nas famosas baladas promovidas pela monarquia. (não existia banheiro).

Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão). A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda estava tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a ser exalados, as noivas carregavam buquês de flores junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos maio como o "mês das noivas" e a origem do buquê de noiva explicada.

Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho. Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos...

Os telhados das casas não tinham forro e as madeiras que os sustentavam eram o melhor lugar para os animais - cães, gatos e outros, de pequeno porte, como ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, começavam as goteiras e os animais pulavam para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivetes" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" está chovendo gatos e cachorros.

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, o que fazia com que muita gente morresse envenenada (lembremo-nos que os hábitos higiênicos da época não eram lá grande coisa...).

Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, como venenosos. Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela bebida alcoólica e pelo óxido de estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estava morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí, surgiu a vigília do caixão.

A Inglaterra é um país pequeno e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados ao ossário e o túmulo era utilizado para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebiam que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao fechar os caixões, amarrar uma tira no pulso do defunto, tira essa que passava por um buraco no caixão e ficava amarrada num sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão essa por nós usada até os dias atuais.

O que será que irão dizer de nós no ano de 2400 ? ? ? ?



Por Danielle - 08:11 Opine:


Sexta-feira, Junho 25, 2004

Dia D

E nascia uma menina branca, cabelinho russinho, olhos grandes, a alegria da casa, e vai crescendo tomando corpo mais que o normal, a cor branca já não existe, dando lugar a uma cor mais queimada de sol, o cabelo que era claro fica escuro....pois é nascia a Danielle....que hoje completa 23 anos de vida preocupantes por sinal. Eis uma ruga no canto esquerdo do meu olho, uma celulite a mais, uma estria a mais, e o peso na consciencia de que já estou quase lá! na casa dos 30, que tristeza.... mas antes disso quero ser mãe ;)



Por Danielle - 08:40 Opine:


Quarta-feira, Junho 23, 2004

Seria tão diferente
se os sonhos de que a gente gosta não terminassem tão de repente...

Seria tão diferente
se os bons momentos da vida durassem eternamente...

Seria tão diferente
se a gente de que a gente gosta gostasse um pouco da gente...

Seria tão diferente
se quando a gente chorasse, fosse só de contente...

Seria tão diferente,
se a gente que a gente ama sentisse o que a gente sente...

Mas... é tudo tão diferente...!
Os sonhos de que a gente gosta terminam tão de repente...
Os bons momentos da vida não duram eternamente...
A gente de que a gente gosta nem sempre gosta da gente...
Das vezes que a gente chora, poucas vezes são de contente...
E a gente que a gente ama não sente o mesmo que a gente...

Mas... poderia ser tão diferente...!

Dê-se uma chance de ser diferente...!
Tente, ouse, opte pela Felicidade e aí será diferente.

Feliz aquele que acredita em seus Sonhos, pois só assim poderá realizar seus vôos plenamente...



Por Danielle - 11:48 Opine:


Domingo, Junho 20, 2004

Teste...

Um amigo me enviou um teste pra saber o quanto eu o conheço, eu gostei da brincadeira e fiz um pra mim...quem quiser tentar fazer o meu teste, quem achar que me conhece pode arriscar ;))) o link é esse:
FriendTest

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Em tempo

Fui convidada para ingressar no tal Orkut, até que é legalzinho, achei varias comunidades interessantes...muito legal mesmo :), e acho até legal esse metódo da pessoa só poder ingressar com um convite, fica uma coisa mais restrita, só nós e os amigos ;) ...



Por Danielle - 00:07 Opine:


Quinta-feira, Junho 17, 2004

Muralha

Essa muralha dura que, com o gosto certo para as palavras e o cheiro certo para a presença, amolece o mais duro gosto pela vida.
Ainda que nada que mereça uma racional lista neste momento, é como se faltasse o mais essencial ar puro e quente da minha saúde. O ar certo. E pela incoerência da vida e o delicioso gosto contrário pelo certo, esse ar, que se disfarça em puro, nada mais é que o velho conhecido gosto dos sonhos vermelhos aveludados e perfumados de cabarés imaginados.
O gosto pesado de erros soltos, expostos, e mais do que de encontro com o que palpita sem coerência mas soa em perfeição dentro de mim. O ar que bombeia as formigas de uma retardada felicidade levando sensações até para as improváveis pontas do cabelo e unhas do pé. Aquele que arrepia até as peles sem vida das camadas mais próximas à morte. As palavras saem querendo ter sentido, mas a boca se morde tamanha a vontade de abocanhar tanta cerimônia e transformar o peso ereto do humano responsável em instinto animal que corre de quatro e morde sem pedir. Nada que eu não tenha sentido antes, ou escrito, mas mais uma vez, o que pontua minha vida em momentos e me joga para a frente pra cair de cara. Seja para chorar o inferno próximo, seja para me sufocar de você querendo todos os meus ângulos.
De energia presa num interesse congelado que grudei nos seus olhos, ainda me pergunto se minha clareza não te cegou. Minha energia em potencial, louca para cair de um longo prédio de andares divertidos e morrer tristemente no vazio de um fim certo para um sonho improvável, está zerada na espera de um estalar de dedos.
Estale os dedos e olhe para o chão. Eu estarei ali, arrastada em possibilidades e forte em atração para subir até o andar para o qual você me der asas.
Sei, como sempre soube desde que tomei noção de minha existência baseada em vôos com horas marcadas para quedas, que vou me estabacar em pedaços mais uma vez. E sei que os juntarei novamente, me jurando preservação. E, assim que estiver inteira, estarei novamente cheia de vontade de sair dando encontrões com o mundo. Este mundo que insiste em inventar leis, regras, juramentos e instituições. E insiste em perder para seres apaixonados que juram, até para Deus, que nada pode ser mais sagrado do que a fidelidade aos hormônios.
Clichês me embrulham mais o estômago que qualquer podridão que meu lado puritano oitenta, irmão gêmeo do meu lado safada oito, tente me jogar na cara.
Aqui estou eu aberta até onde se pode rasgar, exposta até onde se pode vender e insinuando até onde se pode explicitar. E ainda que isolada de cúmplices, longe de aplausos e renegada de benção, aqui estou eu novamente servindo com prazer os meus joelhos à divindade do desejo.
Se você não puder esperar, será bem-vindo em minha ansiedade. Se você me quiser embaixo de mangas, será bem-vindo em meu masoquismo feminino nada original.
Por hora lhe agradeço. Voltaram a gritar os teclados espancados de sentidos para traduzir uma alma que já não cabe mais em seu estado natural. Agradeço-lhe o sorriso estúpido que por mais banal que seja. Nos faz sentir negritados em meio a tantos seres e suas aspirações. Agradeço-lhe a vontade de errar, sem ela minha vida não parece certa.



Por Danielle - 22:12 Opine:


Domingo, Junho 13, 2004

Óia eu!
Enfim cá estou eu de volta, a viagem foi ótima, conheci meu sobrinho linnnnndoooo!!! tão fofinho. e a bilha azul que ele tem??? lindo mesmo, vou revelar as fotos e vou por uma aqui pra vcs babarem tbm =p, e ontem foi o tal dia especial, O DIA DOS NAMORADOS, que de especial não tem nada, pelo menos pra mim que fico na busca incostante da pessoa perfeita, ué mas vc não está namorando Danielle?? sim estou!! mas não feliz, infelizmente... e sei que que ainda essa pessoa não é a tampa da minha panela... mas um dia eu acho...e ai sim eu serei feliz como mereço.
inté



Por Danielle - 09:44 Opine:


Domingo, Maio 23, 2004

Rock in Rio Lisboa?

Pois é está quase chegando a data do evento, que é do Rio mas não será do Rio... Ivete Sangalo será uma das celebridades no evente, agora alguém ai pode me explicar o que essa mulher vai fazer lá??? Ivete Sangalo??? Rock??? tem algo errado ai...hunf



Por Danielle - 11:50 Opine:


Quinta-feira, Maio 20, 2004

Oie

Pra vcs nao dizerem que eu sumo sem avisar, estou indo viajar domingo e ficarei ausente uns 15 dias, até a volta ok? beijos e comportem-se ;)



Por Danielle - 10:42 Opine:


Quarta-feira, Maio 12, 2004

Recadinho

Oi gente como vai a semana? ontem tive uma entrevista de emprego para gerente da anglo school, mas não gostei muito das condições, eu teria que vender 20 bolsas para entrar no cargo em um dia pode uma coisa dessas? bom mas estou aqui pra dizer que o meu e-mail da aol intertigresa não está mais ativo, por favor mandem e-mail para daniellevirtual@hotmail.com ok? obrigadinha ....

kisses



Por Danielle - 10:26 Opine:


Domingo, Maio 09, 2004

Para as mamães de plantão e em especial pra minha parabéns pelo dia!





Por Danielle - 07:33 Opine:


Sábado, Maio 08, 2004

Hoje o filho da minha amiga faz aniversário, 5 aninhos, e lá vou eu para a festinha,bom! melhor que ficar em casa né? vou levar minha sobrinha comigo, assim ela me faz companhia ;) . Em tempo minha semana foi boa, tirando alguns problemas, que todo mundo tem, tudo mais ou menos resolvido =)

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Atitude é Tudo

Joel era o tipo do cara que vocês gostariam de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
- Se melhorar, estraga.
Ele era um gerente especial, em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Joel estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curiosa com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso?
Ele me respondeu: - A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: Joel, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. - Certo, mas não é fácil - argumentei.
- É fácil sim, disse-me Joel. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida.
Eu pensei sobre o que Joel disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.
Meses mais tarde, soube que Joel cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.
Encontrei Joel mais ou menos por acaso.
Quando lhe perguntei como estava, respondeu: - Se melhorar estraga. Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- Quer ver minhas cicatrizes?
Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto. - A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver.
- Você não estava com medo? perguntei.
- Os para-médicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo.
- O que fez?, perguntei.
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim". Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e gritei: "Sou alérgico a balas!" Entre as risadas, lhes disse: "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como morto."
Joel sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças à sua atitude. Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente.
Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO"



Por Danielle - 10:17 Opine: